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O moderno homem português

por cavalheirosdoapocalipse, em 19.06.07
Homens que cuidam do seu aspecto físico, que querem saber tudo sobre o sexo feminino e que apostam em ser donos de casa.

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O cabeleireiro psiquiatra

por cavalheirosdoapocalipse, em 04.06.07
No Porto surgiu o primeiro cabeleireiro psiquiatra de Portugal. No Bino Cabeleireiros é possível cortar o cabelo, arranjar as unhas, fazer depilação ou massagem durante uma consulta psiquiátrica.

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Descobrimentos portugueses: Navegador Zé Vaz Manel

por cavalheirosdoapocalipse, em 03.04.07
Zé Vaz Manel foi um dos grandes navegadores portugueses do século XVI. Ao serviço d'El Rei D. João III atravessou oceanos e descobriu as mulheres dos cinco continentes. As suas cartas vão ser agora publicadas.

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As meninas do GPS

por cavalheirosdoapocalipse, em 29.03.07
Finalmente, conheci uma das meninas do GPS. Foi há dias, quando acompanhei um amigo numa viagem a Lisboa. Já me tinham dito maravilhas das meninas do Global Positioning System e que todas as mulheres do mundo deviam ser como elas.
Por isso, foi com alguma expectativa que iniciei a viagem e o que posso dizer é que era verdade tudo o que me haviam dito, estando seriamente a pensar em arranjar uma dessas meninas para o meu carro, tendo em conta todas as suas virtudes.
Ao contrário da maioria das mulheres (há quem defenda que ao contrário de todas), as meninas do GPS dizem apenas o estritamente necessário e tudo o que dizem é de extrema utilidade. Nós dissemos-lhe que queríamos ir para a Praça Duque de Saldanha, em Lisboa, ela pensou uns segundos e de seguida disse-nos “Virar à direita”. E, depois, a cada cruzamento ou bifurcação, indicava-nos para que lado tínhamos que virar e até nos avisava com vários metros de antecedência. Assim que entrámos na auto-estrada disse-nos “Sempre em frente” e calou-se. Como era suposto não ter que nos dar indicações nas três horas seguintes, até sairmos da A1 à entrada de Lisboa, calou-se! Não meteu conversa fiada, não nos chateou a cabeça com queixas ou histórias desinteressantes. Simplesmente calou-se. E nós, homens, pudemos conversar à vontade sobre gajas, sexo, futebol, carros, gases… E só quando chegámos, então, a Lisboa é que a voltamos a ouvir, fornecendo-nos novamente todas as indicações necessárias: “Virar à direita daqui a 100 metros”, “Virar agora à direita”, “Sempre em frente”, “Preparar para virar à esquerda”…
E quando nos enganámos e não virámos no local certo? Deu-nos cabo do juízo? Disse-nos que não sabemos ouvir e que não lhe ligámos nenhuma? Que somos sempre os mesmos? Que achámos que sabemos tudo, mas que afinal também nos perdemos? Não! Nem pensar! Não disse nada, nem sequer uma pequena reprimenda. Não. Tratou apenas de nos encontrar outro caminho para chegarmos ao nosso destino. E nem notámos na sua voz o mais pequeno tom de amuo. Era como se não tivesse acontecido nada. Continuamos a ser os mesmos tipos bestiais, em vez de passarmos de repente a bestas…
Agora, também não sou ingénuo ao ponto de pensar que as meninas do GPS são absolutamente perfeitas, elas mantêm uma réstea de afinidade com as outras mulheres. Uma vez por outra, se formos demasiado desobedientes em relação às suas indicações, também se tornam chatas e até insuportáveis. Aconteceu-nos quando decidimos, a meio do percurso, fazer um desviozinho de alguns quilómetros para comer um Leitão à Bairrada na Mealhada. Afinal, as tradições são para se cumprir e não se pode fazer uma viagem de carro entre o norte e o sul sem almoçar ou jantar um leitãozinho! E ela, a menina do GPS, que já ninguém a ouvia há um pedaço de tempo, quando se apercebeu do desvio à rota estabelecida, começou imediatamente a dizer “Assim que possível, dar meia volta em direcção à A1”. E não parava de chatear, apesar de lhe dizermos que estávamos esfomeados e de lhe falarmos acerca da tal tradição: “Na próxima rotunda, contorne-a e volte para trás em direcção à A1”, “Vire à direita, depois à esquerda e siga em frente para a A1”, “Dê meia volta”, “Volte para trás”, bla, bla, bla….
Só que as meninas do GPS têm um bem, que faz delas quase perfeitas, e que as outras mulheres não possuem. Simplesmente carregámos num botãozinho e ela calou-se imediatamente, deixando de nos chatear, podendo nós ir comer o leitãozinho sossegados.

p.s. – Resta-me dizer, por fim, que tal como se passa com a generalidades das outras mulheres, a menina do GPS fez-se de difícil comigo. No final da viagem, convidei-a para tomar uma bebida e ela nada! Nem se dignou a responder. Acho mesmo que até se auto-desligou!...

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