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Governo contrata PAPA

por cavalheirosdoapocalipse, em 02.06.10

Governo terá pago 4 milhões de euros ao Papa para entreter os portugueses, enquanto anunciava a subida dos impostos. Conheça ainda as estratégias previstas pelo executivo para o mundial de futebol.

 

Mais uma vez, o nosso muito obrigado ao José Viana pela sua voz-off sempre profissional!

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Revolução Azul e Branca

por cavalheirosdoapocalipse, em 13.05.08
Conheça a verdadeira história do 25 de Abril, também conhecida como a revolução portista ou a revolta do dragão. Descubra quais foram as verdadeiras motivações do 25 de Abril e os homens, até agora esquecidos, que fizeram história em 1974.
Veja também as imagens inéditas e surpreendentes das comemorações religiosas do 27 de Maio, o dia em que o FC Porto se sagrou campeão europeu pela 1ª vez.


Este doc contou com a participação de João Loureiro e Paulo Ferreira.

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Campanha "Uma bola para o Cristiano Ronaldo"

por cavalheirosdoapocalipse, em 02.03.07

Decidi criar uma campanha em prol desse grande génio do futebol mundial que é Cristiano Ronaldo, esse verdadeiro herói moderno português, símbolo e exemplo maior para os portugueses (e, já agora, injustamente esquecido na votação dos Grandes Portugueses…).

A campanha que agora inicio, e para a qual espero encontrar apoio entre os leitores do blog Cavalheiros do Apocalipse, tem em vista a alteração de algumas regras do futebol e intitula-se “Uma bola para o Cristiano Ronaldo”.

Estou na fase final da redacção de uma carta que será enviada para diversos organismos que superintendem o futebol, nomeadamente a Federação Portuguesa de Futebol, a FIFA, a UEFA e Federação Inglesa de Futebol – sendo enviadas cópias igualmente para os treinadores do Cristiano Ronaldo -, em que proponho e justifico uma série de alterações nas regras do futebol tendo como finalidade a protecção da forma de jogar do Cristiano Ronaldo e, consequentemente, a satisfação e o prazer obtidos pelos adeptos do chamado desporto-rei.

Apresento, de seguida, em traços gerais, algumas das ideias fundamentais que defendo, sendo que a primeira e mais importante de todas é a introdução de uma segunda bola nos jogos em que participe o jogador português, tanto ao nível de clubes como de selecções.
Falo por mim, porém sei que a minha opinião é partilhada pela maioria dos verdadeiros amantes do futebol: quando vejo um jogo da selecção portuguesa ou do Manchester United vejo-o, apenas e só, por causa do Cristiano Ronaldo. E torna-se deveras aborrecido e irritante ver o Cristiano Ronaldo ter que partilhar a bola com os outros jogadores em campo, nomeadamente ter que a passar aos seus colegas de equipa… O maior prazer que eu retiro de uma partida de futebol é ver os génios, as estrelas da bola como o Cristiano Ronaldo, a fazer aqueles dribles mágicos, aqueles malabarismos fantásticos, aqueles nós-cegos pregados aos adversários; e sinto que o futebol morre sempre um pouco mais quando o Cristiano Ronaldo é obrigado, por imperativos tácticos, a passar a bola aos outros jogadores. Não é isso o que ele quer; e não é isso o que os adeptos de futebol querem…

Por isso, o que peço é que exista uma bola apenas para o Cristiano Ronaldo e outra para os restantes jogadores. Assim, enquanto os outros fazem por cumprir os objectivos delineados, tentando marcar golos e conseguir a vitória num esforço repartido e quase anónimo, ajudando-se uns aos outros como equipa, como meros instrumentos de um mecanismo, o Cristiano Ronaldo pode deliciar-nos a todos com os seus sprints velozes e loucos, com os seus dribles estonteantes, com aqueles passares de pernas aparentemente atabalhoados e sem sentido por cima da bola que mais não são do que passes de magia feitos com os pés, num misto de Charlie Chaplin e de David Copperfield do futebol.
(Já agora, adianto que pretendo escrever brevemente um livro sobre a necessidade de uma revolução táctica nos jogos em que o jogador português participe, com a criação do esquema táctico Cristiano Ronaldo + 10, em que existe a titularidade obrigatória para ele e em que não é possível substituir o Cristiano Ronaldo a não ser que ele o peça expressamente).

Sugiro, igualmente, a criação de uma faixa de utilização exclusiva para o Cristiano Ronaldo a todo o comprimento do campo e com cerca de 5 metros de largura, nas laterais, onde ele poderia pôr em prática todas as suas habilidades e fazer aqueles seus piques de velocidade, sem adversários para o atrapalhar, e de forma a ficar mais perto do público, impedindo que ele tenha que deambular demasiadas vezes pelo centro do terreno.

Num outro ponto, defendo que os primeiros cinco minutos de cada parte sejam dedicados exclusivamente ao Cristiano Ronaldo, não se criando distracções desnecessárias para os adeptos. Paralelamente, sugiro que nas transmissões televisivas exista uma câmara totalmente dedicada ao génio português, sendo que a imagem no ecrã deveria estar dividida em duas para ser possível acompanhar a arte do Cristiano Ronaldo e o restante jogo em simultâneo.

Ademais, recomendo vivamente aos organismos que dirigem o futebol a inclusão de uma norma que obrigue a um aumento de pelo menos 10 centímetros de altura à relva de forma a amortecer mais convenientemente os belos mergulhos do Cristiano Ronaldo, nas suas fantasiosas e engenhosas simulações com que ele nos brinda e desconcerta os opositores directos. De igual modo, considero ser importante que a disciplina seja mais pesada e implacável para com todos os que, directa ou indirectamente, fazem o Cristiano Ronaldo cair, devendo haver no mínimo um agravamento de 50% em relação à disciplina considerada normal, assim como acho fundamental a criação de uma espécie de zona de tolerância de pelo menos 3 metros em redor das grandes áreas, para ser assinalada grande penalidade quando as infracções forem cometidas sobre o Cristiano Ronaldo.

Estou aberto a sugestões que me queiram enviar para incluir na missiva a remeter para os diversos organismos do futebol em defesa do génio que é o Cristiano Ronaldo e do futebol enquanto arte e veículo de prazer.


p.s. – Apesar de considerar o Quaresma um jogador bastante razoável, não concordo com a implementação de uma época do ano dedicada a ele! Ainda se fosse um dia (o que mesmo assim era injusto, uma vez que ainda não estabelecido o dia Cristiano Ronaldo), mas 40 dias de Quaresma é claramente um exagero, para um jogador demasiado objectivo e dado a ajudar a equipa com assistências e cruzamentos.

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Situação em Itália: um alerta para o futebol português

por cavalheirosdoapocalipse, em 17.02.07

Em Itália aconteceu, finalmente, o que os amantes de futebol já esperavam há muitos anos: vários estádios foram encerrados ao público, apesar de lá se continuarem a disputar jogos.

Para mim, não foi surpresa e só me surpreende a demora das autoridades italianas em fazer algo que já devia ter sido feito há muito tempo em defesa das pessoas. É que já não havia paciência para assistir a jogos entre equipas italianas, é uma das maiores secas que pode haver, uma autêntica tortura.

Por isso, acho que esta medida é correctíssima, de modo a se proteger os adeptos das tormentas que tinham lugar na maioria dos estádios de Itália. Salvaram-se desta decisão apenas algumas equipas, aquelas com um estilo de futebol um pouco mais atacante e agradável em relação à média italiana.

Esta medida drástica foi tomada apenas depois dos graves incidentes durante e após o jogo Catania-Palermo que resultaram na morte de um agente policial, mas já há anos que se sucedem incidentes violentos – com maior ou menor gravidade – resultantes, como me parece ser mais do que evidente, da insatisfação dos adeptos pela má qualidade do futebol e pela insistência das equipas italianas em tácticas defensivas e irritantes.

Os “tiffosi” saíam de casa para o estádio bem dispostos e de bem com a vida, mas assim que começavam a assistir ao jogo vinham ao de cima todas as injustiças e frustrações vividas na vida pessoal e profissional, aquela tortura vivida no estádio fazia vir ao de cima os piores instintos de cada um e começavam a “descarregar” nos adeptos adversários ou nas forças de autoridade.

Agora, espera-se que a UEFA tome decisão idêntica e impeça que todos os adeptos europeus possam ter que assistir a jogos em que participem equipas italianas. Porque é importante que as pessoas não assistam a esses jogos potenciadores de violência, pelo menos ao vivo, nos estádios, porque pela televisão uma pessoa pode sempre mudar de canal…

É correcto e importante que da mesma forma que se limita o acesso das pessoas às armas, se deve limitar o acesso aos estádios em que se disputem jogos envolvendo equipas italianas; da mesma forma que se impõe um perímetro de segurança assim que se descobre um caso de gripe das aves, se devem criar zonas de segurança ao redor dos estádios em que esteja presente uma equipa italiana.

Fica aqui, também, desde já, o alerta para o futebol português, em que são cada vez mais os jogos sem qualidade e aborrecidos, sendo de esperar que o governo esteja atento e que, se for necessário, para protecção de todos os adeptos e prevenção de casos de violência, tenha a coragem de afastar o público de alguns estádios…

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